Diversos, Uncategorized

Zeitgeist – Official Release (Portuguese)

Off-topic

Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo,ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve). Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.

Em 2 de outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist: Addendum, no qual se tratam temas como a globalização, a manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.

O filme é estruturado em três seções:

  • Primeira parte: “The Greatest Story Ever Told” (“A maior história já contada”) – Aos 13 min
  • Segunda parte: “All The World’s A Stage” (“O mundo inteiro é um palco”) – Aos 40 min
  • Terceira parte: “Don’t Mind The Men Behind The Curtain” (“Não se importem com os homens atrás da cortina”)- À 1 h 14 min*

Para saber mais: Wikipédia.

Para assitir: Google Video

Diversos, Internet

Anti-Blog

Este é um blog diferente, criado com o intuito de contradizer informações infundadas e/ou informações enfiadas garganta abaixo de todos nós…

Fugir da mesmice e combater críticas vazias e sem fundamento….

Este texto é o “About” do Anti-Blog, administrado pelo meu grande amigo João Carlos. Vale apena fazer uma visita e acompanhar o conteudo do blog.

Abaixo está o link:
Anti-Blog

Diversos, Linux, Windows

Manutenção de computadores com o SystemRescueCD

O computador não liga? Faz um beep e não avança? O HD não dá sinal de vida? O DesktopLinux apresenta uma possível solução para o seu problema: a nova versão do SystemRescueCD, um live CD de Linux que tem ferramentas para manutenção e suporte de micros e servidores com Linux ou Windows.

O sistema dá opções para tarefas importantes, como fazer imagens dos discos, transferir os dados via rede, editar partições ou mesmo alterar senhas que tenham sido perdidas. A nova versão inclui suporte ao Vista, boot remoto via PXE, arquiteturas de 64 bits e SPARC.

Mais informações:

DesktopLinux

Downloads:

System Rescue CD

Fonte:

Br-Linux

Diversos, Internet, Linux

proxy/cache com Squid – Primeira parte

Porque utilizar um Proxy/Cache?
Podemos dizer que existem dois grandes motivos pelo qual se deve utilizar um PROXY/CACHE:
Controle de acesso
Com a internet cada vez mais acessível a pequenas e médias empresas, um número imenso de pessoas está se interligando a internet. Além de todos os benefícios trazidos por ela, como informação em tempo real, comunicação mundial a baixo custo, contato com possíveis clientes e fornecedores por todo o mundo, a mesma trouxe alguns problemas.
As pessoas tendem a passar cada vez mais tempo navegando por sites não relativos ao seu trabalho primário, acessam sites que não condizem com a política da empresa, utilizam a banda de internet destinada a serviços como WEB ou VPN e podem, em muitos casos, acabar infectando toda a rede da empresa com vírus e worms que são adquiridos em sites impróprios. Isso sem contar na ameaça sempre presente de propagação de downloads de softwares piratas e músicas, fatores que podem complicar a vida de uma empresa durante fiscalizações.
Performance
Como dissemos anteriormente, a internet está mais acessível para todos, fator causado pela ampla utilização das conexões de banda larga, como xDSL, Cable Modem, ISDN, etc.
Essas tecnologias são excelentes para pequenas e médias impresas, mas devido a suas características de velocidades diferentes de upstream e downstream (xDSL), compartilhamento de banda total (Cable Modem) ou baixo desempenho (ISDN), além da notável falta de qualidade das operadoras, tornam−se quase inúteis para grandes empresas e provedores de internet (ISPs).
Essas empresas são então levadas a utilizar sistemas de maior qualidade, como links por fibra ótica, satélites e rádio. Mas como se pode esperar, qualidade tem preço, e, nesse caso, bem salgado.
Visando aproveitar ao máximo essa banda de qualidade, a utilização de PROXY/CACHE torna−se quase que obrigatória. A utilização de PROXY/CACHE pode gerar uma economia entre trinta e cinqüenta por cento nos horários de pico. Isso significa que para um link de 2 Mbps que está operando a plena carga e considerando uma redução de 30 %, o mesmo produziria um ganho na banda agregada de aproximadamente 600 Kbps. Ou seja, a simples implementação de um PROXY/CACHE bem ajustado gera uma economia da ordem de milhares de Reais por mês para a empresa.

O que é o Squid?
Squid é um proxy−cache de alta performance para clientes web, suportando protocolos FTP, gopher e HTTP.
O Squid mantém meta dados e especialmente objetos armazenados na RAM, cacheia buscas de DNS e implementa cache negativo de requests falhos.
Ele suporta SSL, listas de acesso complexas e logging completo. Por utilizar o Internet Cache Protocol, o Squid pode ser configurado para trabalhar de forma hierárquica ou mista para melhor aproveitamento da banda.
Podemos dizer que o Squid consiste em um programa principal − squid −, um sistema de busca e resolução de nomes − dnsserver − e alguns programas adicionais para reescrever requests, fazer autenticação e gerenciar ferramentas de clientes.
Podemos executar o Squid nas principais plataformas do mercado, como Linux, Unixes e Windows.

Porque utilizar o SQUID?
O Squid está continuamente melhorando sua performance, além de adicionar novas features e ter uma excelente estabilidade em Condições extremas.
Sua compatibilidade com várias plataformas e a imensa gama de software para analisar logs, gerar relatórios, melhorar o desempenho e adicionar segurança providos pela comunidade open source, combinados com ferramentas de administração simplificada e baseadas em web agregam grande valor ao produto.
Podemos ainda citar a capacidade de clustering, transparent proxy, cache de FTP e, é claro, seu baixo custo.
Para os mais corajosos, ou para os melhores programadores, não podemos deixar de dizer que o sistema é totalmente aberto, possibilitando a sua otimização no nível de código, além da otimização via configuração.

Instalando o Squid em um sistema baseado em Debian
O Debian sempre prezou pela facilidade de instalação a atualização de pacotes, com seu sistema apt, que facilita muito a vida dos administradores. Para instalar o squid basta executar o comando:
# apt−get install squid

O squid.conf
O arquivo de configuração do squid é o squid.conf, normalmente ele se encontra em /etc/squid.conf ou em /usr/local/squid/etc/squid.conf. Caso não encontre o seu em nenhum desses lugares, procure−o com:
# locate squid.conf
ou
# find squid.conf
Faça uma limpeza inicial no arquivo squid.conf. O arquivo de configuração original tem, em média, 2000 linhas.
# cp squid.conf squid.conf.original
# egrep −v “^#|^$” squid.conf.original > squid.conf

Diversos

Entenda a importância da Memória cache

A memória cache surgiu quando percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de acompanhar o processador em velocidade, fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando” os dados serem liberados pela memória RAM para poder concluir suas tarefas, perdendo muito em desempenho.

Se na época do 386 a velocidade das memórias já era um fator limitante, imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos atualmente. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória cache, um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais frequentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Sem ela, o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória, podendo cair em até 95%!. São usados dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário, ou cache L2 (level 2).

O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido, é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centenas de vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela.

Para complementar, usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma do cache secundário, que por ser muito mais barato, permite que seja usada uma quantidade muito maior.
Cache L1
A primeira camada de cache do sistema, encontrada sempre dentro do próprio processador (com excessão apenas para os micros 386). O cache L1 trabalha sempre na mesma freqüência do processador e com tempos de latência extremamente baixos.
Cache L2
Encontrado ou embutido no processador, ou na placa mãe, dependendo do sistema. Mesmo no caso dos processadores atuais, que trazem tanto cache L1 quanto cache L2 embutidos, operando à mesma freqüência do processador, os tempos de latência do cache L2 sempre serão mais altos, garantindo uma velocidade de acesso mais baixa que no L1.

Texto extraído do Clube do Hardware.


http://www.guiadohardware.net/termos/memoria-cache